Método
de utilização da resina Clássico
termo polimerizável
A proporção entre monômero e
polímero deve ser criteriosa, pois o excesso
de líquido provocará maior contração
e bolhas. Usando resina termo polimerizável
(Clássico),
a proporção deve ser de 1 parte de líquido
para 3 partes de pó (exatamente como indicado
no copo dosador, que acompanha a embalagem do líquido).
- Coloque no pote misturador uma dose do líquido
(monômero) e despeje sobre ele uma unidade
do pó (polímero);
- Espatule por alguns segundos e tampe o pote misturador;
- Quando a massa estiver na fase plástica,
ou seja, quando ao manipular puxando em dois pedaços,
rompe-se sem aparecer fibras, entulhe as cavidades
empurrando com os dedos protegidos com uma folhinha
de plástico;
- Com a folhinha colocada acima da massa entulhada,
leve a mufla fechada sob uma prensa;
- Vagarosamente, vá fazendo a pressão
e notando que vai aparecendo o excesso da massa
nas bordas da mufla;
- Abra novamente a mufla e retire a rebarba voltando
a prensar agora sem a folha plástica;
- Uma vez trancada a mufla, leve-a para polimerização.
Polimerização
- A polimerização se inicia com água
fria (a mufla não deve ficar em contato direto
com a panela).
- Inicie com fogo brando por 1/2 hora;
- Desligue por 1/2 hora e ligue novamente para,
devagar, chegar à fervura;
- Mantenha a fervura por, no mínimo, 1 hora;
- Deixe esfriar lentamente, pois o resfriamento
rápido provoca tensões que podem acarretar
distorções e fraturas;
- Uma vez demuflada a prótese, segue-se o
acabamento e polimento mecânico.
(Nota: o polimento químico
não é indicado para próteses
definitivas. Ele provoca rachaduras minúsculas
na superfiíie, visíveis com lupa, que
vão provocar um envelhecimento precoce.)
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