Método de utilização da resina Clássico termo polimerizável

A proporção entre monômero e polímero deve ser criteriosa, pois o excesso de líquido provocará maior contração e bolhas. Usando resina termo polimerizável (Clássico), a proporção deve ser de 1 parte de líquido para 3 partes de pó (exatamente como indicado no copo dosador, que acompanha a embalagem do líquido).

  1. Coloque no pote misturador uma dose do líquido (monômero) e despeje sobre ele uma unidade do pó (polímero);
     
  2. Espatule por alguns segundos e tampe o pote misturador;
     
  3. Quando a massa estiver na fase plástica, ou seja, quando ao manipular puxando em dois pedaços, rompe-se sem aparecer fibras, entulhe as cavidades empurrando com os dedos protegidos com uma folhinha de plástico;
     
  4. Com a folhinha colocada acima da massa entulhada, leve a mufla fechada sob uma prensa;
     
  5. Vagarosamente, vá fazendo a pressão e notando que vai aparecendo o excesso da massa nas bordas da mufla;
     
  6. Abra novamente a mufla e retire a rebarba voltando a prensar agora sem a folha plástica;
     
  7. Uma vez trancada a mufla, leve-a para polimerização.

Polimerização

  1. A polimerização se inicia com água fria (a mufla não deve ficar em contato direto com a panela).
     
  2. Inicie com fogo brando por 1/2 hora;
     
  3. Desligue por 1/2 hora e ligue novamente para, devagar, chegar à fervura;
     
  4. Mantenha a fervura por, no mínimo, 1 hora;
     
  5. Deixe esfriar lentamente, pois o resfriamento rápido provoca tensões que podem acarretar distorções e fraturas;
     
  6. Uma vez demuflada a prótese, segue-se o acabamento e polimento mecânico.

(Nota: o polimento químico não é indicado para próteses definitivas. Ele provoca rachaduras minúsculas na superfiíie, visíveis com lupa, que vão provocar um envelhecimento precoce.)


 

 
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